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Liga dos Campeões da UEFA, oficialmente UEFA Champions League (UCL), sucessora da Taça dos Clubes Campeões Europeus (o mesmo nome atribuído ao troféu até aos dias atuais: Coupe des Clubs Champions Européens), é uma competição organizada pela UEFA desde a temporada 1955–56 (desde 1992–93 no seu atual formato) para os clubes de futebol que obtiverem as melhores classificações nos torneios domésticos. O prémio, a European Champion Clubs Cup (mais conhecida por European Cup), é o troféu mais prestigiado do futebol europeu.

O torneio consiste em várias rondas. Nos moldes atuais, a competição começa na segunda metade de julho, com três eliminatórias de qualificação (knockout). As 16 equipas sobreviventes juntam-se a outras 16, que estavam previamente qualificadas, formando assim oito grupos de quatro equipas cada. Os primeiros e segundos classificados entram na fase final de knockout, que acaba com a Final em maio, e os terceiros lugares entram na Liga Europa da UEFA.

No passado, apenas o campeão de cada liga nacional podia participar na competição; contudo, isto foi mudado em 1998 com o fim de deixar os seguintes classificados das ligas mais fortes participarem também.

O título já foi ganho por 22 clubes diferentes, de 21 cidades, das quais apenas Milão com dois clubes,[1] sendo que 12 clubes já venceram o título mais do que uma vez. A taça foi conquistada de forma invicta apenas 12 vezes, por 10 clubes diferentes. Destes 10, somente , FC Porto, Ajax, Benfica, Liverpool e Manchester United conseguiram por mais de 1 vez. O clube com mais títulos é o Real Madrid, que ganhou a competição em onze ocasiões. Entre os países, apenas a Inglaterra relaciona mais de 3 clubes campeões, 5 no total (Aston Villa, Chelsea, Liverpool, Manchester United e Notthingham Forest), tendo ainda o escocêsCeltic, como o sexto clube britânico campeão e Arsenal e Leeds United como outros finalistas.

Estrutura

Originalmente conhecida como Taça dos Clubes Campeões Europeus (em Portugal, já que no Brasil era conhecida como Copa dos Campeões da Europa), ou simplesmente como Taça Europeia, a competição começou em 1955/1956 (Em 1955, Santiago Bernabéu, presidente do Real Madrid, junto a Gusztáv Sebes, criaram um torneio com base na Copa Latina e na Mitropa.

Ao longo dos tempos, este torneio teve sucesso e tornou-se a Liga dos Campeões, hoje administrado pela UEFA), na forma de eliminatórias, com dois jogos, onde as equipas jogavam uma partida em casa e outra na casa do adversário.

A equipa que tivesse melhores resultados passava para a próxima eliminatória.

O formato e o nome foram mudados em 1992/1993.[2] Com a mudança e evolução radical do sistema ao longo dos anos, a competição atualmente consiste em três fases de classificação, um estágio com disputa em grupos (onde os clubes jogam um contra o outro, no sistema de "ida-e-volta") e então quatro fases de finais a eliminar. Todas as fases de classificação e disputas de eliminação consistem em dois jogos, exceto pela final, que é uma partida simples jogada num local predefinido.

A entrada nesta competição é limitada de acordo com o coeficiente da UEFA dos últimos 5 anos, sem contar o anterior [3], sendo que cada confederação tem direito, pelo menos, a uma vaga na primeira ronda de classificação. Quanto melhor for o coeficiente, mais vagas abrirão; O Real Madrid CF lidera o ranking de conquistas da competição, com onze títulos. Depois dele, as equipas mais bem-sucedidas foram o AC Milan (sete títulos), o Liverpool FC, FC Bayern Munique, e o FC Barcelona (cinco títulos) e o Ajax Amsterdam (quatro títulos).

Classificação

A classificação para esta competição é decidida através das posições dos clubes nos respectivos países, através de um sistema de cotas. Os países com os campeonatos mais fortes têm mais vagas na competição.

Por exemplo, as três ligas nacionais mais fortes, pelos rankings da UEFA, o 1º e 2º classificado têm classificação direta e o 3º e 4º entram numa pré-eliminatória. As ligas mais fracas não têm acesso direto à fase de grupos da Liga dos Campeões, tendo os seus campeões de competirem nas pré-eliminatórias.

Existe uma exceção a esta regra: o atual vencedor da Liga dos Campeões, normalmente tem acesso direto à fase de grupos.

Para a temporada de 2005/2006, o Liverpool conseguiu o direito de entrar na primeira eliminatória, já que foi campeão da temporada anterior, e apesar de ter ficado na quinta colocação na Liga Inglesa. Ao contrário do que aconteceu em 2000 (relato abaixo), o quarto colocado, Everton também se classificou para a competição (porém foi eliminado na fase pré-eliminatória). Por causa disso a Inglaterra teve 5 equipes na disputa.

A última vez que uma situação como essa havia acontecido foi em 2000, quando o Real Madrid conquistou o título, mas terminou o Campeonato Espanhol na sexta colocação. Por causa disso, o Real Zaragoza foi obrigado a disputar a Taça UEFA. Dois anos mais tarde, o Zaragoza foi rebaixado, numa infeliz reviravolta de acontecimentos que alguns fãs acreditaram ser uma consequência direta da perda de prestígio e renda monetária.

História

Taça dos Clubes Campeões Europeus foi inspirada no Campeonato Sul-Americano de Campeões e na Copa Rio.[4] Aquele foi coberto por Jacques Ferran, esta por Gabriel Hanot, ambos jornalistas franceses do L'Équipe.[5] O documento da UEFA sobre a história da Copa dos Campeões da Europa confirma que Jacques Ferran e Gabriel Hanot foram os idealizadores da competição continental europeia.[6] Em entrevista à reportagem do Globo Esporte de 10 de maio de 2015, Jacques Ferran confirmou que o Campeonato Sul-Americano de Campeões de 1948 foi a inspiração da Copa dos Campeões da Europa: "como a Europa, que queria estar à frente do resto do mundo, não era capaz de realizar uma competição nos moldes do Campeonato Sul-Americano de 1948? Precisávamos seguir este exemplo.", disse Ferran à reportagem do Globo Esporte.[7]

Nos 50 anos de competições existem vencedores e perdedores em todas as partes da Europa.

Seguindo a história desde do inicio até agora, é possível ver os períodos em que as equipes ou países dominam a competição.

1955 a 1960: a primeira era Real Madrid

O Real Madrid FC dominou as cinco primeiras competições. A equipe que era conduzida por Di Stéfano, Ferenc Puskás, Francisco Gento, Lenk e José Santamaría venceu as cinco finais confortavelmente. Enquanto este se tornava definitivamente o maior, Manchester United e muitos clubes Italianos ofereciam pouca resistência durante a década de 1950. Entretanto, os fatores combinados de 1958, Desastre aéreo de Munique e o estilo ortodoxo e cavaleiro do Real jogar resultaram numa pouca competitividade para derrotarem esta equipe.

Esta final foi o culminar de uma era, com a conquista por parte do Real Madrid da sua quinta final da Liga dos Campeões, na Escócia, Hampden Park. O Real Madrid venceu claramente o Eintracht Frankfurt da Alemanha Ocidental, por 7-3. Este jogo foi transmitido na televisão pela BBC e Eurovision com audiência de 135.000 espectadores, a maior audiência numa final da Liga dos Campeões.

1961 a 1966: Benfica e rivais de Milão dominam, e Real Madrid vence pela sexta vez

O domínio do Real Madrid chega ao fim através de seu maior rival doméstico, o Barcelona, na primeira fase do torneio de 1961. O Barcelona foi até à final nesse ano no Estádio Wankdorf em Berna, na Suíça, onde foi derrotado pelo Benfica, capitaneado pelo avançado José Águas, de Angola, tendo como líder no meio-campo Mário Coluna e na baliza Costa Pereira, ambos de Moçambique. Juntamente com Eusébio, na época seguinte, defenderiam o troféu vencendo o Real Madrid 5x3 na final no Olympisch Stadion, Amesterdão, Países Baixos, num dos jogos mais incríveis da história da Champions League; O Benfica, vindo de Portugal, país que ainda possuía à data uma vasta população devido às suas possessões coloniais, conseguiu supreender o mundo numa fantástica reconquista do título de campeão Europeu de clubes e tornou-se num dos 11 clubes lendários classificados pela FIFA.

O Benfica chega então à sua terceira final consecutiva em 1963, mas desta vez perde a primeira de duas finais para o Milan. Esta conquista grandiosa do Benfica trouxe evolução ao futebol de Portugal, dando assim a seleção Portuguesa condições de chegar ao terceiro lugar na Copa do Mundo composta toda pelos carismáticos jogadores do plantel do Benfica, alguns nascidos nas colónias portuguesas, que vieram a fazer parte da equipa titular no Mundial de 66… Mas quem dava nas vistas nos anos seguintes era o rival de Milão, Internazionale que venceria o troféu em 1964 e 1965 ganhando do Real Madrid e do Benfica, respectivamente. A semifinal de 1965 foi memorável devido a controvérsia entre a Inter e o Liverpool, que resultou em alegados subornos e o resultado combinado para a equipa italiana que a jogar em San Siro venceu por 3 a 0.

Esta era foi terminada pelo Real Madrid, que desta vez levou a melhor sobre a Inter na semifinal de 1966. O outro finalista foi o Partizan Belgrado que saiu derrotado por 2-1 no estádio Rei Baudouin, em Bruxelas. O Real conquista assim a sua sexta final da Taça dos Campeões, da qual apenas Paco Gento jogou todas as finais.

1967 e 1968: Vitórias britânicas

Em 1967, o Celtic se tornou o primeiro time da Grã-Bretanha a vencer a competição, batendo a Internazionale no Estádio Nacional, em Lisboa, Portugal. O time, que passou a ser conhecido como os Leões de Lisboa, treinada por Jock Stein, tinha todos os jogadores nascidos num raio de 25 milhas do Celtic Park, em Glasgow, o que permanece incomum pela longa tradição do evento em atrair os melhores e mais cosmopolitanos jogadores de todo o planeta. Para comparar, enquanto o Real Madrid tinha vários espanhóis nos anos 1950, suas maiores estrelas eram de outros países - Alfredo Di Stéfano veio da Argentina, enquanto Ferenc Puskás veio da Hungria na Revolução Húngara de 1956.

Um ano depois, o Manchester United se tornou o primeiro time da Inglaterra a vencer a competição, batendo o Benfica por 4 a 1 na prorrogação no Estádio de Wembley, em Londres, Inglaterra. Esse jogo foi incrivelmente equilibrado e apesar do Manchester ter feito três gols no tempo extra, o Benfica poderia ter ganhado o jogo no tempo normal quando Eusébio perdeu uma chance incrível nos segundos finais.

Apesar de se passarem dez anos do desastre aéreo de Munique, vários fãs de todo o continente ficaram muito felizes por Matt Busby (treinador do Manchester United por longo tempo), que depois foi tornado cavaleiro pela Rainha Elizabeth II do Reino Unido, por serviços ao futebol.

1969 a 1973: Holandeses dominam

A Taça dos Campeões Europeus passaria então uma década e meia propriedade de apenas três clubes - cada um vencendo pelo menos três finais, e surgindo regularmente nas últimas eliminatórias da competição.

O primeiro clube a dominar foi o Ajax, que primeiro perdeu a final de 1969 para o Milan e teve de ver os seus rivais do Feyenoord conquistarem o título em 1970. Depois deste episódio, o Futebol total de Johan Cruijff, Barry Hulshoff, Ruud Krol, Johan Neeskens, Arie Haan, Gerrie Mühren e Piet Keizer dominou por três confortáveis anos, despachando Panathinaikos de Atenas, Internazionale e Juventus de Turim em uma rápida sucessão.

Cada jogador podia se adaptar para jogar em qualquer número de posições e funções - artilheiros se revezando com defensores por conta própria, Krol criando tantas oportunidades quanto Mühren, Cruijff parando tanto quanto Hulshoff. Criado por Rinus Michels e refinado por Ştefan Kovács, o Ajax parecia imbatível até Cruijff optar por integrar o molde técnico Michels no Barcelona mais tarde, em 1973. Com isso, o rápido envelhecimento de vários jogadores e a posterior perda de Neeskens, o Ajax brigou na mais importante competição da Europa por 20 anos.

1974 a 1976: O domínio triplo do Bayern

O Bayern Munique foi o clube seguinte a dominar a competição, vencendo-a três vezes consecutivas na década de 1970.

Liderado por Franz Beckenbauer, com Sepp Maier, Gerd Müller, Uli Hoeneß e Paul Breitner, o Bayern continuou o Futebol total, acrescentando-lhe rigidez e organização, criando igualmente uma receita vencedora.

Derrotando primeiro o Atlético Madrid após um replay em 1974, o Bayern venceu então o Leeds United por 2 a 0 numa final com problemas com o público no Parc des Princes, Paris, França em 1975; e finalmente o Saint-Étienne, em Hampden Park, Glasgow, em 1976. Novamente, com o envelhecimento da equipa, o Bayern não teria mais vitórias na era da Taça Europeia.

1977 a 1984: Fabricado na Inglaterra

Em 1977, ao obter o título derrotando na final o Borussia Mönchengladbach por 3 a 1 em Roma, o Liverpool iniciou uma época de supremacia dos clubes ingleses, que ganhariam seis títulos consecutivos, num total de sete títulos em oito anos. O próprio Liverpool, em 1978, foi campeão, ao ganhar do Club Brugge em Wembley.

O Liverpool perdeu na primeira fase do campeonato de 1979 para o também inglês Nottingham Forest, que acabou ganhando o torneio no que foi uma das mais impressionantes ascensões ao topo do futebol continental na história futebolística da Europa. O Nottingham derrotou a equipe sueca Malmö por 1 a 0 na final em Munique; e pelo mesmo placar derrotou o Hamburgo, no ano seguinte, na final em Madrid. O Liverpool voltou novamente a sagrar-se campeão em 1981 quando venceu o Real Madrid, em Paris, pelo placar de 1 a 0, conquistando assim seu terceiro troféu.

Mostrando a força do futebol inglês no período, o Aston Villa ganhou a competição em 1982 com uma vitória simples sobre o Bayern em Roterdão. Em 1983 o Hamburgo surpreendeu a Europa após vencer a Juventus de Michel Platini e se tornar Campeão europeu. No entanto, o Liverpool regressou à final do campeonato no ano seguinte para derrotar a Roma na cidade do adversário, após uma disputa de penaltis, ganhando o título pela quarta vez. O Liverpool voltaria a defender o título em Bruxelas, no ano seguinte, mas a derrota para a Juventus por 1 a 0 tornar-se-ia irrelevante frente à Tragédia de Heysel, onde 39 apoiantes da Juventus morreriam. Como punição, os clubes ingleses ficaram 5 anos impedidos de jogar na Liga, sendo o Liverpool impedido por 6 anos.

1986 a 1988: Steaua Bucareste, Porto e PSV

Com o banimento dos clubes ingleses das competições europeias por um período de 5 anos, o domínio inglês deu lugar a uma sequência de conquistas inéditas por parte de três clubes; Steaua Bucareste, Porto e PSV Eindhoven.

Tanto Steaua Bucareste, como PSV Eindhoven ganharam as suas finais através das penalidades, após um empate sem golos no tempo regulamentar e prorrogação.

O Steaua Bucareste derrotou o Barcelona por 2-0 em 1986 e o PSV Eindhoven derrotou o Benfica por 6-5 em 1988.

Em 1987, o Porto, depois de ter sido derrotado 3 anos antes pela Juventus na Final da Taça das Taças de 1984, iria vencer a sua primeira competição europeia.

Derrotou o Bayern Munique, na final da então Taça dos Campeões por 2-1, num jogo marcado pelo gol sui generis apontado de calcanhar pelo jogador Argelino do ano de 1987, Rabah Madjer.

1989 a 1991: AC Milan e Estrela Vermelha de Belgrado

O Milan conquistou o bicampeonato em 1989 e 1990. Porém, falhou na tentativa do tri quando foi derrotado ainda nas quartas-de-final para o Olympique de Marselha com um placar agregado de 4 - 1. Os 56.000 torcedores presentes no estádio Estádio San Nicola, em Bari, viram a equipe iuguslava do Estrela Vermelha vencer nos pênaltis os franceses do Olympique de Marselha, na final de 1991, após um jogo sem gols. Neste ano, os clubes ingleses já poderiam voltar a competir nas competições europeias, mas o Liverpool, que venceu o campeonato inglês tinha mais um ano para cumprir.

A esta altura o Benfica encararia a sua sétima final na Champions League, perdendo em 1990 para o Milan por 1-0. Esta foi a última vez que o Benfica chegou a uma final do torneio até hoje.

1992 a 1996: Domínio espanhol, francês, italiano e holandês

Clubes ingleses voltaram à Liga no início dos anos 1990, mas nenhum deles conseguiu chegar sequer às quartas de final. O Arsenal (1991-92), Leeds United (1992-93), Manchester United (1993-94 e 1994-95) e o Blackburn Rovers (1995-96) lutavam para fazer alguma diferença na Europa e eram frequentemente derrotados por equipes bem mais fracas. Isso acontecia em grande parte pela lei inglesa que só permitia que três jogadores fossem estrangeiros, fazendo com que as equipes não pudessem escalar seus melhores jogadores.

A coroa europeia, então, continuou na cabeça dos clubes continentais. Na final de 1992, jogada no estádio de Wembley, a vitória foi do Barcelona. O Olympique Marselha venceu a final de 1993, mas foram proibidos de defender o título no que foi apenas o início de um colapso que surgiu pelo descobertas de denúncias de partidas locais arranjadas por um de seus cartolas, Bernard Tapie. O clube eventualmente perdeu o status de clube da primeira divisão do campeonato francês quando foi descoberto que Tapie havia alterado a contabilidade do clube. Enquanto isso, a final de 1994 foi vencida com uma goleada do Milan sobre o Barcelona por 4 a 0. O Milan ainda chegou à final no ano de 1995, mas perdeu por 1-0 para um empolgante Ajax que possuía o jovem atacante Patrick Kluivert, autor do gol do título e até hoje, o jogador mais jovem a marcar um gol numa final do principal torneio de clubes do planeta, feito alcançado quando tinha apenas 18 anos, 10 meses e 23 dias de vida. O Ajax chegou novamente na final de 1996, mas não conseguiu defender o título contra a equipe da Juventus após decisão por pênaltis.

Nessa época, a Lei Bosman, que mudaria radicalmente o futebol europeu, já estava em vigor.

1997 e 1998: Muralha amarela e Os Galácticos

O Borussia Dortmund entrou na lista dos campeões da liga europeia em 1997 quando derrotou os então campeões da Juventus na final, depois de ter derrotado os campeões ingleses do Manchester United na semifinal. Mas a temporada de 1996-97 foi uma de progresso para o futebol inglês na liga europeia, porque o Manchester United era então a primeira equipe inglesa a chegar entre os oito melhores na era pós-Heysel.

Em 1997-98, os vice campeões de algumas ligas europeias foram autorizados a disputar o torneio. O título de 1998 foi para o Real Madrid, que levantou a taça pela sétima vez na história, sendo a primeira após 1966.

1999: Manchester United volta a levar o título

Numa final emocionante, o Manchester United conquistou o título de Campeão da Europa. O Manchester foi a primeira equipa inglesa a conquistar a "tríplice coroa": ganhou a Liga dos Campeões, o Campeonato Inglês e a Taça de Inglaterra.

A decisão, disputada em Barcelona (Espanha), é considerada a final mais emocionante de todos os tempos na Liga dos Campeões, já que o Manchester perdia por 1 a 0 para o Bayern de Munique até aos 45min do segundo tempo. Mas após uma virada espectacular com golos de Teddy Sheringham, aos 46min do segundo tempo, e Ole Gunnar Solskjær, um minuto depois, os "diabos vermelhos" conquistaram o título europeu.

2000 a 2005: Cinco campeões de cinco países diferentes

A última Liga Europeia do século XX foi vencida pelo Real Madrid, campeão espanhol, que venceu o também espanhol Valencia por 3-0. A temporada 1999-2000 também viu algumas ligas tradicionais, incluindo a liga inglesa, classificar três equipes para participar na liga milionária.

Liga dos Campeões, nos primeiros cinco anos do 3º Milênio, foi conquistada pelos clubes das cinco maiores potências do futebol europeu da atualidade: Alemanha, Espanha, Itália, Portugal e Inglaterra. Dessas, 3 foram disputadas nos pênaltis.

O gigante alemão Bayern Munique ganhou a primeira do Século XXI, em 2001 sobre o Valencia. O jogo terminou 1 a 1, e o clube alemão venceu o espanhol nos penaltis por 5 a 4 . A partida foi disputada no San Siro, em Milão.

Em 2002, o Real Madrid foi campeão pela nona vez, vencendo o Bayer Leverkusen por 2 a 1, no Hampden Park em Glasgow, na Escócia. A partida ficou marcada pelo espetacular voleio do francês Zinedine Zidane, tornando-se um dos golos mais bonitos da história da Liga dos Campeões da UEFA.

A final de 2003 foi italiana, mas jogada em Inglaterra, e o vencedor foi o Milan, que venceu a Juventus nos penaltis por 3 a 2, após empate de 0 a 0 no tempo normal. A partida foi disputa em Old Trafford, estádio do Manchester United.

Em 2004, o Porto derrotou o Mónaco por 3-0 (Carlos Alberto, Deco e Dmitriy Alenichev) no estádio Arena AufSchalke em Gelsenkirchen, na Alemanha. Depois de eliminar candidatos como Manchester United, Deportivo de La Coruña, Lyon, entre outros, a equipa de José Mourinho venceu a final contra o Mónaco, que por sua vez tinha eliminado equipas como Chelsea e Real Madrid. Vítor Baía foi considerado o melhor guarda-redes da Europa nessa época pela UEFA.

Em 2005, quando todos apontavam o Milan como favorito, o Liverpool de Luis García, Xabi Alonso e Steven Gerrard, surpreendeu a equipa italiana e levantou o troféu. Numa das finais mais emocionantes da história da Liga dos Campeões, o primeiro tempo terminou com uma vitória de 3 a 0 do Milan. A equipa inglesa conseguiu o empate nos primeiros 15 minutos do segundo tempo. Após o prolongamento sem golos, o Liverpool conquistou o seu quinto título europeu na disputa por penaltis.

2006 a 2008: Vitória catalã, revanche à milanesa e festa inglesa

Em 2006, o Arsenal, de Thierry Henry, da Inglaterra, e que nunca foi campeão europeu, chegou à final, depois de eliminar Real Madrid, Juventus e o surpreendente Villarreal. No entanto, precisava vencer em Paris o favorito FC Barcelona, de Ronaldinho Gaúcho, Deco, Samuel Eto'o e Henrik Larsson. O clube inglês saiu na frente com um gol de cabeça de Sol Campbell, mas os catalães viraram o placar no segundo tempo com uma magnífica participação de Henrik Larsson, que havia entrado durante o jogo, nos dois gols (de Eto'o e Belletti) e conquistaram pela segunda vez a Liga dos Campeões, coroando uma nova grande fase no clube azulgrená.

Em 2007, o Milan consegue a revanche depois de 2 anos após vencer o Liverpool, vencendo o jogo por 2 a 1 com 2 gols do "iluminado" Filippo Inzaghi. Seus destaques na competição foram os meias Kaká (artilheiro da competição), Seedorf e Gattuso, além do capitão Paolo Maldini, que levantou a taça pela quinta vez, na sua sétima final. A equipa italiana eliminou nas fases decisivas Celtic, Bayern de Munique e Manchester United, enquanto os ingleses bateram FC Barcelona, PSV Eindhoven e Chelsea.

Na temporada 2007-2008, o Liverpool bateu o recorde da maior goleada no formato atual, quando bateu o clube turco Besiktas em Anfield Road, na cidade de Liverpool, por 8 a 0. O recorde pertencia à Juventus de Turim que em 2003 bateu o Olympiacos Piraeus da Grécia por 7 a 0 e também ao Arsenal, que também na temporada 2007-2008, venceu o Slavia de Praga por 7 a 0.

As semifinais da temporada 2007-2008 foram entre FC Barcelona contra Manchester United e Chelsea FC contra Liverpool FC. Os vencedores foram Chelsea e Manchester, que se enfrentaram na final. Pela terceira vez na história dois clubes do mesmo país se enfrentam na final da Champions League, e pela primeira vez, dois ingleses. A final foi no Estádio Luzhniki em Moscovo, Rússia, e terminou nos penaltis, após empate no tempo normal e prorrogação em 1 a 1. Cristiano Ronaldo (artilheiro da competição) e John Terry (capitão do Chelsea) falharam os seus penaltis, e o guarda-redes Edwin Van Der Sar garantiu o título dos Red Devils ao defender o remate de Anelka.

2009 e 2010: Barcelona outra vez e fim do tabu nerazzurri

Foi a 54ª edição do torneio Europeu de clubes de futebol e a 17ª edição com o atual formato. O grande favorito era a equipe inglesa do Chelsea FC, detentora de um elenco milionário, mas os ingleses foram derrotados nas semifinais diante do poderoso FC Barcelona, em casa, quando nos últimos minutos o Barcelona empatou o jogo, e classificou-se nos critérios de golos marcados fora de casa, já que havia empatado por 0 a 0 a primeira partida no Camp Nou. A partida final da competição foi disputada no Stadio Olimpico de Roma, no dia 27 de maio, entre FC Barcelona e Manchester United, com vitória do clube espanhol por 2 a 0, golos de Eto´o, aos 9 minutos do primeiro tempo e Messi, aos 24 do segundo tempo.

Com dois golos do argentino Diego Milito, a Internazionale bateu o Bayern de Munique por 2 a 0 no estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, e foi campeão após 45 anos de jejum da equipa italiana, tendo eliminado na semifinal o atual campeão e favorito ao título FC Barcelona. Além disso, a equipa comandada pelo técnico José Mourinho fez história ao garantir uma inédita tríplice coroa em seu país. Antes de triunfar na Liga, a Inter já havia levantado os troféus do Campeonato Italiano e da Taça de Itália.

2011: Consagração azul e grená

A 56ª edição do torneio foi vencida pelo FC Barcelona, numa decisão contra o Manchester United, repetindo a final de 2009 em pleno Wembley Stadium, Londres. Com um golo de Lionel Messi, um de David Villa e outro de Pedro, contra um de Wayne Rooney, a equipe catalã venceu o Manchester United. Esta edição contou com uma semi-final envolvendo os grande times da Espanha, Real Madrid e Barcelona, com um duelo entre os então melhores jogadores em atividade Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e Lionel Messi (Barcelona). O argentino se destacou mais que o português e levou a que foi considerada a melhor equipa que o Barcelona já formou à próxima etapa.

2012: Festa inglesa em Munique

Na edição de número 57, foi a vez do Chelsea vencer pela primeira vez na sua história o torneio. A decisão foi no estádio Allianz Arena, em Munique, casa do seu adversário, Bayern de Munique. De um lado vinha o Chelsea, cuja presença era dita como um milagre, já que não havia conseguido classificação para a liga da temporada seguinte pelo campeonato inglês e vinha de uma vitória inesperada contra o Barcelona (clube tido como favorito a ganhar a competição naquela oportunidade) nas semifinais; do outro o Bayern de Munique, que jogava em casa, após derrotar o Real Madrid na Espanha. No tempo regulamentar, o Bayern abriu o marcador depois do cruzamento feito por Toni Kroos, passando pela zaga do clube londrino que apenas assistiu Thomas Müller cabecear a bola que, após tocar no chão, confundiu o guarda-redes Petr Čech. O jogo estava praticamente definido, mas o Chelsea ainda tinha esperanças colocando Fernando Torres para jogar, que nos acrescimos do segundo tempo conseguiu um escanteio em jogada na linha de fundo. Juan Mata cruzou, conseguindo encontrar o jogador costa-marfinense Didier Drogba que colocou na rede após cabeçada fulminante em Manuel Neuer. Na prorrogação, Frank Ribéry foi derrubado por Drogba na área, porém a oportunidade foi desperdiçada pelo holandês Arjen Robben do Bayern de Munique. Na decisão por penaltis, embora o espanhol Juan Mata tenha falhado pelo Chelsea, Petr Čech defendeu a cobrança do croata Ivica Olić e Bastian Schweinsteiger do Bayern de Munique acertou a trave. Tranquilamente, o jogador que na prorrogação cometeu falta dentro da área, Didier Drogba, converteu a ultima cobrança, dando para o Chelsea seu primeiro troféu na competição. Fato interessante é que o guarda-redes bávaro Manuel Neuer também se mostrou eficaz em cobrança de penaltis além de ter sangue frio, cobrando o terceiro penalti do Bayern e convertendo, ao contrário dos seus companheiros de linha que desperdiçaram oportunidades.

2013: Final alemã em Wembley

Depois de 58 anos de competição, enfim ocorria uma final alemã na Liga dos Campeões. O tetracampeão Bayern de Munique, após eliminar Arsenal, Juventus e Barcelona (com 7-0 no agregado, incluindo uma acachapante vitória por 3-0 na casa do rival) enfrentava o também campeão Borussia Dortmund, mas que era a grande surpresa da competição. Após anos no calvário, a equipa amarela havia retornado ao torneio na temporada passada, mas decepcionou ao cair na fase de grupos. Com a faixa de campeão alemão (conquistado sobre o próprio Bayern), passaram em primeiro lugar no chamado "grupo da morte", com Real Madrid, Ajax e Manchester City. Nas oitavas e quartas, eliminaram as zebras Shakhtar Donetsk e Málaga. Para voltar a final, precisaram eliminar o Real Madrid novamente.

O palco do grande jogo era o lendário Wembley, em Londres. Ambas as torcidas fizeram um show nas arquibancadas, com destaque para a "muralha amarela". Após um primeiro tempo sem gols, o croata Mandzukic teve a honra de abrir o placar para os bávaros. O Borussia, que estava desfalcado de Mario Gotze, empatou em cobrança de pênalti de Ilkay Gundogan. E quando o jogo estava prestes a ir ao prolongamento, Arjen Robben recebeu passe de Franck Ribéry e tocou na saída do goleiro, para marcar o gol da 5ª conquista bávara da Liga dos Campeões. No duelo alemão, a festa ficou para o lado vermelho.

O Francês Franck Ribéry, campeão com o Bayern, foi eleito o melhor jogador da competição.

2014: Final madrilenha em Lisboa, com "La Décima" conquista merengue

12 anos depois da sua última conquista, a sonhada "La Décima" do Real Madrid finalmente aconteceu. Após uma fase de grupos espetacular, com 100% de aproveitamento, os merengues eliminaram três equipas alemãs para chegar à final, em Lisboa: Os rivais Schalke 04 e Borussia Dortmund e o atual campeão Bayern de Munique. O adversário no Estádio da Luz seria o rival local: O Atlético de Madrid, que estava apenas na sua segunda final. E quase que os colchoneros conseguem estragar a festa dos rivais: até os 48 minutos do segundo tempo, Godín dava a vitória para o Atlético, mas o também zagueiro Sergio Ramos empatou e levou o jogo a prolongamento. No tempo extra, não deu: Bale, Marcelo, e o artilheiro da competição Cristiano Ronaldo (que marcava o seu golo número 17, recorde num torneio) marcaram e deram a vitória de 4-1 e o sonhado décimo título para os merengues.

2015: O pentacampeonato catalão

Realizada no Estádio Olímpico de Berlim, a edição de 2015 daria a Tríplice Coroa ao seu vencedor, pois tanto a Juventus quanto o Barcelona tinham conquistado o campeonato e a taça nacional na temporada (Itália e Espanha, respetivamente). A Velha Senhora voltava a final da competição após 12 anos, e trazia o futebol italiano de volta a uma final 5 anos após o título da Internazionale. Já a equipa Blaugrana chegava à sua quarta final em nove anos.

Embalado pelo trio de ataque MSN, composto por Messi, Neymar e Suárez, o Barça eliminou o Manchester City, PSG e Bayern de Munique para chegar a Berlim (com direito a 11 golos do trio). Já a Juve, embalada por Tévez, Pirlo e Pogba, classificou-se em segundo no seu grupo e passou por Borussia Dortmund, Monaco e o atual campeão Real Madrid, na semifinal.

A grande final começou logo com um golo aos quatro minutos: Rakitić abriu o placar para o Barcelona. O clube italiano empatou no começo da segunda parte, golo de Morata. Mas o uruguaio Luis Suárez e o artilheiro da competição, Neymar, marcaram e sacramentaram o quinto título aos barcelonista.

2016: A revanche fracassada de Atlético de Madrid e "La Undécima" do Real

O técnico Zidane comandou o trio BBC e cia rumo a consagração em Milão. Depois de 120 minutos de um jogo muito difícil na qual terminou de 1x1 com gols de Sergio Ramos - que já havia feito um gol importante na final de 2014 também contra o Atlético de Madrid para os blancos - e Carrasco para colchoneros, o jogo foi para os pênaltis, na qual o Real Madrid foi perfeito e venceu por 5x3 com Cristiano Ronaldo convertendo a última cobrança. Ele também conseguiu um marca de 16 gols na competição. Zidane entrou para o grupo de pessoas campeões como treinador e jogador a conquistarem a "orelhuda". Também é o único a ser campeão da Liga dos Campeões da UEFA com jogador, treinador e assistente técnico.

Lista de finais e campeões

Como Taça dos Campeões

Ano Sede da final Campeão Placar Vice Semifinalistas
1955-56

Detalhes

Parc des Princes, Paris

Real Madrid

4 – 3

Stade Reims


Milan


Hibernian

1956-57

Detalhes

Santiago Bernabéu, Madrid

Real Madrid

2 – 0

Fiorentina


Manchester United


Estrela Vermelha

1957-58

Detalhes

Heysel, Bruxelas

Real Madrid

3 – 2 (pro)

Milan


Vasas


Manchester United

1958-59

Detalhes

Neckarstadion, Stuttgart

Real Madrid

2 – 0

Stade Reims


Atlético de Madrid


Young Boys

1959-60

Detalhes

Hampden Park, Glasgow

Real Madrid

7 – 3

Eintracht Frankfurt


Barcelona


Rangers

1960-61

Detalhes

Wankdorf, Berna

Benfica

3 – 2

Barcelona


Rapid Viena


Hamburgo

1961-62

Detalhes

Olímpico de Amsterdã, Amsterdã

Benfica

5 – 3

Real Madrid


Tottenham


Standard Liège

1962-63

Detalhes

Wembley, Londres

Milan

2 – 1

Benfica


Dundee


Feyenoord

1963-64

Detalhes

Praterstadion, Viena

Internazionale

3 – 1

Real Madrid


Borussia Dortmund


Zürich

1964-65

Detalhes

Giuseppe Meazza, Milão

Internazionale

1 – 0

Benfica


Liverpool


Győri ETO

1965-66

Detalhes

Heysel, Bruxelas

Real Madrid

2 – 1

Partizan


Internazionale


Manchester United

1966-67

Detalhes

Nacional do Jamor, Lisboa

Celtic

2 – 1

Internazionale


Dukla Praga


CSKA Sófia

1967-68

Detalhes

Wembley, Londres

Manchester United

4 – 1 (pro)

Benfica


Real Madrid


Juventus

1968-69

Detalhes

Santiago Bernabéu, Madrid

Milan

4 – 1

Ajax


Manchester United


Spartak Trnava

1969-70

Detalhes

San Siro, Milão

Feyenoord

2 – 1 (pro)

Celtic


Légia Varsóvia


Leeds United

1970-71

Detalhes

Wembley, Londres

Ajax

2 – 0

Panathinaikos


Atlético de Madrid


Estrela Vermelha

1971-72

Detalhes

De Kuip, Roterdã

Ajax

2 – 0

Internazionale


Benfica


Celtic

1972-73

Detalhes

Estrela Vermelha, Belgrado

Ajax

1 – 0

Juventus


Real Madrid


Derby County

1973-74

Detalhes

Heysel, Bruxelas

Bayern de Munique

1 – 1 (pro)

4 – 0


Atlético de Madrid


Újpest


Celtic

1974-75

Detalhes

Parc des Princes, Paris

Bayern de Munique

2 – 0

Leeds United


Saint-Étienne


Barcelona

1975-76

Detalhes

Hampden Park, Glasgow

Bayern de Munique

1 – 0

Saint-Étienne


Real Madrid


PSV Eindhoven

1976-77

Detalhes

Olímpico de Roma, Roma

Liverpool

3 – 1

Borussia Mönchengladbach


Zürich


Dínamo de Kiev

1977-78

Detalhes

Wembley, Londres

Liverpool

1 – 0

Club Brugge


Borussia Mönchengladbach


Juventus

1978-79

Detalhes

Olímpico de Munique, Munique

Nottingham Forest

1 – 0

Malmö


Colônia


Austria Viena

1979-80

Detalhes

Santiago Bernabéu, Madrid

Nottingham Forest

1 – 0

Hamburgo


Ajax


Real Madrid

1980-81

Detalhes

Parc des Princes, Paris

Liverpool

1 – 0

Real Madrid


Bayern de Munique


Internazionale

1981-82

Detalhes

De Kuip, Roterdã

Aston Villa

1 – 0

Bayern de Munique


Anderlecht


CSKA Sófia

1982-83

Detalhes

Olímpico de Atenas, Atenas

Hamburgo

1 – 0

Juventus


Real Sociedad


Widzew Łódź

1983-84

Detalhes

Olímpico de Roma, Roma

Liverpool

1 – 1

4 – 2 (pen)


Roma


Dínamo de Bucareste


Dundee United

1984-85

Detalhes

Heysel, Bruxelas

Juventus

1 – 0

Liverpool


Bordeaux


Panathinaikos

1985-86

Detalhes

Ramón Sánchez Pizjuán, Sevilla

Steaua Bucareste

0 – 0

2 – 0 (pen)


Barcelona


Anderlecht


IFK Göteborg

1986-87

Detalhes

Praterstadion, Viena

Porto

2 – 1

Bayern de Munique


Dínamo de Kiev


Real Madrid

1987-88

Detalhes

Neckarstadion, Stuttgart

PSV Eindhoven

0 – 0

6 – 5 (pen)


Benfica


Real Madrid


Steaua Bucareste

1988-89

Detalhes

Camp Nou, Barcelona

Milan

4 – 0

Steaua Bucareste


Real Madrid


Galatasaray

1989-90

Detalhes

Praterstadion, Viena

Milan

1 – 0

Benfica


Bayern de Munique


Olympique de Marselha

1990-91

Detalhes

San Nicola, Bari

Estrela Vermelha

0 – 0

5 – 3 (pen)


Olympique de Marselha


Bayern de Munique


Spartak Moscou

1991-92

Detalhes

Wembley, Londres

Barcelona

1 – 0 (pro)

Sampdoria


Sparta Praga


Estrela Vermelha

Como Liga dos Campeões

Ano Sede da final Campeão Placar Vice Semifinalistas
1992-93

Detalhes

Olímpico de Munique, Munique

Olympique de Marselha

1 – 0

Milan


Rangers


IFK Göteborg

1993-94

Detalhes

Olímpico de Atenas, Atenas

Milan

4 – 0

Barcelona


Monaco


Porto

1994-95

Detalhes

Ernst-Happel, Viena

Ajax

1 – 0

Milan


Bayern de Munique


Paris Saint-Germain

1995-96

Detalhes

Olímpico de Roma, Roma

Juventus

1 – 1

4 – 2 (pen)


Ajax


Nantes


Panathinaikos

1996-97

Detalhes

Olímpico de Munique, Munique

Borussia Dortmund

3 – 1

Juventus


Manchester United


Ajax

1997-98

Detalhes

Amsterdam Arena, Amsterdã

Real Madrid

1 – 0

Juventus


Borussia Dortmund


Monaco

1998-99

Detalhes

Camp Nou, Barcelona

Manchester United

2 – 1

Bayern de Munique


Juventus


Dínamo de Kiev

1999-00

Detalhes

Stade de France, Paris

Real Madrid

3 – 0

Valencia


Bayern de Munique


Barcelona

2000-01

Detalhes

San Siro, Milão

Bayern de Munique

1 – 1

5 – 4 (pen)


Valencia


Real Madrid


Leeds United

2001-02

Detalhes

Hampden Park, Glasgow

Real Madrid

2 – 1

Bayer Leverkusen


Barcelona


Manchester United

2002-03

Detalhes

Old Trafford, Manchester

Milan

0 – 0

3 – 2 (pen)


Juventus


Internazionale


Real Madrid

2003-04

Detalhes

Arena AufSchalke, Gelsenkirchen

Porto

3 – 0

Monaco


Deportivo La Coruña


Chelsea

2004-05

Detalhes

Olímpico Atatürk, Istambul

Liverpool

3 – 3

3 – 2 (pen)


Milan


Chelsea


PSV Eindhoven

2005-06

Detalhes

Stade de France, Paris

Barcelona

2 – 1

Arsenal


Milan


Villarreal

2006-07

Detalhes

Olímpico de Atenas, Atenas

Milan

2 – 1

Liverpool


Manchester United


Chelsea

2007-08

Detalhes

Lujniki, Moscou

Manchester United

1 – 1

6 – 5 (pen)


Chelsea


Barcelona


Liverpool

2008-09

Detalhes

Olímpico de Roma, Roma

Barcelona

2 – 0

Manchester United


Chelsea


Arsenal

2009-10

Detalhes

Santiago Bernabéu, Madrid

Internazionale

2 – 0

Bayern de Munique


Barcelona


Lyon

2010-11

Detalhes

Wembley, Londres

Barcelona

3 – 1

Manchester United


Real Madrid


Schalke 04

2011-12

Detalhes

Allianz Arena, Munique

Chelsea

1 – 1

4 – 3 (pen)


Bayern de Munique


Barcelona


Real Madrid

2012-13

Detalhes

Wembley, Londres

Bayern de Munique

2 – 1

Borussia Dortmund


Barcelona


Real Madrid

2013-14

Detalhes

Estádio da Luz, Lisboa

Real Madrid

4 – 1 (pro)

Atlético de Madrid


Bayern de Munique


Chelsea

2014-15

Detalhes

Olímpico de Berlim, Berlim

Barcelona

3 – 1

Juventus


Bayern de Munique


Real Madrid

2015-16

Detalhes

Giuseppe Meazza, Milão

Real Madrid

1 – 1

5 – 3 (pen)


Atlético de Madrid


Manchester City


Bayern de Munique

2016-17

Detalhes

Millennium Stadium, Cardiff


Atlético de Madrid


Monaco

Títulos

Por equipe

Clube Títulos Vices Semifinais Real Madrid 11 (1955–56, 1956–57, 1957–58, 1958–59, 1959–60, 1965–66, 1997–98, 1999–00, 2001–02, 2013–14 e 2015–16) 3 (1961–62, 1963–64 e 1980–81) 14 (1967–68, 1972–73, 1975–76, 1979–80, 1986–87, 1987–88, 1988–89, 2000–01, 2002–03, 2010–11, 2011–12, 2012–13 e 2014–15, 2016-17)
AC Milan 7 (1962–63, 1968–69, 1988–89, 1989–90, 1993–94, 2002–03 e 2006–07) 4 (1957–58, 1992–93, 1994–95 e 2004–05) 2 (1955–56 e 2005–06)
FC Bayern München 5 (1973–74, 1974–75, 1975–76, 2000–01 e 2012–13) 5 (1981–82, 1986–87, 1998–99, 2009–10 e 2011–12) 8 (1980–81, 1989–90, 1990–91, 1994–95, 1999–00, 2013–14, 2014–15 e 2015-16)
FC Barcelona 5 (1991–92, 2005–06, 2008–09, 2010–11 e 2014–15) 3 (1960–61, 1985–86 e 1993–94) 8 (1959–60, 1974–75, 1999–00, 2001–02, 2007–08, 2009–10, 2011–12 e 2012–13)
Liverpool FC 5 (1976–77, 1977–78, 1980–81, 1983–84 e 2004–05) 2 (1984–85 e 2006–07) 2 (1964–65 e 2007–08)
Ajax 4 (1970–71, 1971–72, 1972–73 e 1994–95) 2 (1968–69 e 1995–96) 1 (1996–97)
Manchester United 3 (1967–68, 1998–99 e 2007–08) 2 (2008-09 e 2010-11) 7 (1956-57, 1957-58, 1965-66, 1968-69, 1996-97, 2001-02 e 2006-07)
Internazionale 3 (1963–64, 1964–65 e 2009–10) 2 (1966-67 e 1971-72) 3 (1965-66, 1980-81 e 2002-03)
Juventus 2 (1984–85 e 1995–96) 6 (1972-73, 1982-83, 1996-97, 1997-98, 2002-03 e 2014–15) 3 (1967-68, 1977-78 e 1998-99)
Benfica 2 (1960–61 e 1961–62) 5 (1962-63, 1964-65, 1967-68, 1987-88 e 1989-90) 1 (1971-72)
Porto 2 (1986–87 e 2003-04) 0 1 (1993-94)
Nottingham Forest 2 (1978–79 e 1979–80) 0 0
Chelsea 1 (2011-12) 1 (2007-08) 5 (2003-04, 2004-05, 2006-07, 2008-09 e 2013-14)
Celtic 1 (1966–67) 1 (1969-70) 2 (1971-72, 1973-74)
Borussia Dortmund 1 (1996–97) 1 (2012-13) 2 (1963-64, 1997-98)
Hamburgo 1 (1982–83) 1 (1979-80) 1 (1960-61)
Steaua Bucareste 1 (1985–86) 1 (1988-89) 1 (1987-88)
Olympique de Marselha 1 (1992–93) 1 (1990-91) 1 (1989-90)
Estrela Vermelha 1 (1990–91) 0 3 (1956-57, 1971-72 e 1991-92)
PSV 1 (1987–88) 0 2 (1975-76 e 2004-05)
Feyenoord 1 (1969–70) 0 1 (1962-63)
Aston Villa 1 (1981-82) 0 0
Atlético de Madrid 0 3 (1973-74, 2013-14 e 2015-16) 3 (1958-59, 1970-71 e 2016-17)
Stade de Reims 0 2 (1955-56 e 1958-59) 0
Valencia 0 2 (1999-00 e 2000-01) 0
Mônaco 0 1 (2003-04) 3 (1993-94, 1997-98 e 2016-17)
Panathinaikos 0 1 (1970-71) 2 (1984-85 e 1995-96)
Leeds United 0 1 (1974-75) 2 (1969-70 e 2000-01)
Saint-Etienne 0 1 (1975-76) 1 (1974-75)
Borussia Mönchengladbach 0 1 (1976-77) 1 (1977-78)
Arsenal 0 1 (2005-06) 1 (2008-09)
Fiorentina 0 1 (1956-57) 0
Eintracht Frankfurt 0 1 (1959-60) 0
Partizan 0 1 (1965-66) 0
Club Brugge 0 1 (1977-78) 0
Malmö 0 1 (1978-79) 0
Roma 0 1 (1983-84) 0
Sampdoria 0 1 (1991-92) 0
Bayer Leverkusen 0 1 (2001-02) 0
Dínamo Kiev 0 0 3 (1976-77, 1986-87 e 1998-99)
Zurique 0 0 2 (1963-64 e 1976-77)
CSKA Sófia 0 0 2 (1966-67 e 1981-82)
Dundee United 0 0 2 (1962-63 e 1983-84)
Anderlecht 0 0 2 (1981-82 e 1985-86)
Rangers 0 0 2 (1959-60 e 1992-93)
IFK Göteborg 0 0 2 (1985-86 e 1992-93)
Hibernian 0 0 1 (1955-56)
Vasas 0 0 1 (1957-58)
Young Boys 0 0 1 (1958-59)
Rapid Viena 0 0 1 (1960-61)
Tottenham 0 0 1 (1961-62)
Standard de Liège 0 0 1 (1961-62)
Győri ETO 0 0 1 (1964-65)
Dukla Prague 0 0 1 (1966-67)
Spartak Trnava 0 0 1 (1968-69)
Legia Varsóvia 0 0 1 (1969-70)
Derby County 0 0 1 (1972-73)
Újpest 0 0 1 (1973-74)
Áustria Viena 0 0 1 (1978-79)
Colônia 0 0 1 (1978-79)
Real Sociedad 0 0 1 (1982-83)
Widzew Łódź 0 0 1 (1982-83)
Dínamo Bucareste 0 0 1 (1983-84)
Bordeaux 0 0 1 (1984-85)
Sparta Praga 0 0 1 (1991-92)
Paris Saint-Germain 0 0 1 (1994-95)
Nantes 0 0 1 (1995-96)
La Coruña 0 0 1 (2003-04)
Villarreal 0 0 1 (2005-06)
Lyon 0 0 1 (2009-10)
Schalke 04 0 0 1 (2010-11)
Manchester City 0 0 1 (2015-16)

Aproveitamento em finais

Por Clube

Rank Clube Nº de Títulos Nº de Vice Aproveitamento 1 Real Madrid
11
3
78,6%
2 AC Milan
7
4
63,6%
3 Bayern München
5
5
50%
4 FC Barcelona
5
3
62,50%
5 Liverpool FC
5
2
71,4%
6 Ajax Amsterdam
4
2
66,6%
7 Internazionale
3
2
60,0%
8 Manchester United
3
2
60,0%
9 SL Benfica
2
5
28,5%
10 Juventus
2
6
25,0%
11 Nottingham Forest
2
0
100%
12 FC Porto
2
0
100%
13 Borussia Dortmund
1
1
50,0%
14 Celtic Glasgow
1
1
50,0%
15 Chelsea FC
1
1
50,0%
16 Hamburger SV
1
1
50,0%
17 Steaua Bucareste
1
1
50,0%
18 Olympique de Marselha
1
1
50,0%
19 Estrela Vermelha
1
0
100%
20 PSV Eindhoven
1
0
100%
21 Feyenoord Rotterdam
1
0
100%
22 Aston Villa
1
0
100%
23 Atlético de Madrid
0
3
0,0%
24 Valencia CF
0
2
0,0%
25 Stade de Reims
0
2
0,0%
26 Arsenal
0
1
0,0%
27 AS Monaco
0
1
0,0%
28 Bayer Leverkusen
0
1
0,0%
29 Sampdoria
0
1
0,0%
30 AS Roma
0
1
0,0%
31 Club Brugge
0
1
0,0%
32 Borussia Mönchengladbach
0
1
0,0%
33 AS Saint-Etienne
0
1
0,0%
34 Leeds United
0
1
0,0%
35 Panathinaikos
0
1
0,0%
36 Eintracht Frankfurt
0
1
0,0%
37 Fiorentina
0
1
0,0%
38 Malmö FF
0
1
0,0%
39 Partizan Belgrado
0
1
0,0%

Por país

País
Nº de Títulos
Nº de Vices
Aproveitamento
Espanha
16
11
66,6%
Itália
12
14
46,1%
Inglaterra
12
7
63,15%
Alemanha
7
10
46,67%
Holanda
6
2
75,0%
Portugal
4
5
44,4%
França
1
5
16,67%
Sérvia
1
1
50%
Romênia
1
1
50%
Escócia
1
1
50%
Bélgica
0
1
0,0%
Grécia
0
1
0,0%
Suécia
0
1
0,0%

Locais das Finais

País
Nº de Finais
Itália
9
Inglaterra
8
Alemanha
8
Espanha
7
França
5
Bélgica
4
Áustria
4
Holanda
4
Escócia
3
Grécia
3
Portugal
2
Iugoslávia
1
Suíça
1
Turquia
1
Rússia
1


Por Jogador

Jogador Titulos Anos que venceu Francisco Gento
6
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66
Alfredo Di Stéfano
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Héctor Rial
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Juan Alonso
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Juan Santisteban
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Marcos Alonso Imaz
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Rafael Lesmes
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
José María Zárraga
5
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
Paolo Maldini
5
1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03, 2006-07
Alessandro Costacurta
5
1988-89, 1989-90, 1993-94, 2002-03, 2006-07
Joseíto
4
1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59
Enrique Mateos
4
1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60
José Santamaría
4
1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66
Phil Neal
4
1976-77, 1977-78, 1980-81, 1983-84
Clarence Seedorf
4
1994-95, 1997-98, 2002-03, 2006-07
Xavi
4
2005-06, 2008-09, 2010-11, 2014-15
Lionel Messi
4
2005-06, 2008-09, 2010-11, 2014-15
Andrés Iniesta
4
2005-06, 2008-09, 2010-11, 2014-15
Gerard Piqué
4
2007-08, 2008-09, 2010-11, 2014-15
Cristiano Ronaldo 3
2007-08, 2013-14, 2015-16
Ramón Marsal Ribó
3
1955-56, 1956-57, 1957-58
Becerril Minguela
3
1955-56, 1956-57, 1957-58
Miguel Muñoz
3
1955-56, 1956-57, 1957-58
Angel Atienza
3
1955-56, 1956-57, 1957-58
Raymond Kopa
3
1956-57, 1957-58, 1958-59
Rogelio Domínguez
3
1957-58, 1958-59, 1959-60
Ferenc Puskás
3
1958-59, 1959-60, 1965-66
Heinz Stuy
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
Wim Surbier
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
Barry Hulshoff
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
Horst Blankenburg
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
Johan Neeskens
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
Arnold Mühren
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
Gerrie Mühren
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
Arie Haan
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
Johan Cruijff
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
Piet Keizer
3
1970-71, 1971-72, 1972-73
Sepp Maier
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Johnny Hansen
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Hans-Georg Schwarzenbeck
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Franz Beckenbauer
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Bernd Dürnberger
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Franz Roth
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Hans-Josef Kapellmann
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Gerd Müller
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Ulrich Hoeness
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Rainer Zobel
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Conny Torstensson
3
1973-74, 1974-75, 1975-76
Steve Highway
3
1976-77, 1977-78, 1980-81
Ray Clemence
3
1976-77, 1977-78, 1980-81
Terry McDermott
3
1976-77, 1977-78, 1980-81
Ray Kennedy
3
1976-77, 1977-78, 1980-81
Jimmy Case
3
1976-77, 1977-78, 1980-81
Alan Hansen
3
1977-78, 1980-81, 1983-84
Graeme Souness
3
1977-78, 1980-81, 1983-84
Kenny Dalglish
3
1977-78, 1980-81, 1983-84
Franco Baresi
3
1988-89, 1989-90, 1993-94
Mauro Tassotti
3
1988-89, 1989-90, 1993-94
Filippo Galli
3
1988-89, 1989-90, 1993-94
Roberto Donadoni
3
1988-89, 1989-90, 1993-94
Frank Rijkaard
3
1988-89, 1989-90, 1994-95
Sávio
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
Fernando Hierro
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
Roberto Carlos
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
Raúl
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
Fernando Morientes
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
Guti
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
Aitor Karanka
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
Fernando Redondo
3
1997-98, 1999-00, 2001-02
Iker Casillas
3
1999-00, 2001-02, 2013-14
Víctor Valdés
3
2005-06, 2008-09, 2010-11
Carles Puyol
3
2005-06, 2008-09, 2010-11
Samuel Eto'o
3
2005-06, 2008-09, 2009-10
Daniel Alves
3
2008-09, 2010-11, 2014-15
Pedro Rodríguez
3
2008-09, 2010-11, 2014-15
Sergio Busquets
3
2008-09, 2010-11, 2014-15

Artilharia

Edição Jogador Clube Gols
1955-56
Miloš Milutinović Partizan Belgrado
8
1956-57
Dennis Viollet Manchester United
9
1957-58
Alfredo Di Stéfano Real Madrid
10
1958-59
Just Fontaine Stade Reims
10
1959-60
Ferenc Puskás Real Madrid
12
1960-61
José Águas Benfica
11
1961-62
Heinz Strehl Nuremberg
8
1962-63
José Altafini AC Milan
14
1963-64
Vladica Kovačević /  Sandro Mazzola /   Ferenc Puskás Partizan Belgrado / Internazionale / Real Madrid
7
1964-65
Eusébio /  José Torres Benfica / Benfica
9
1965-66
Eusébio /  Flórián Albert Benfica / Ferencváros
7
1966-67
Paul van Himst /  Jürgen Piepenburg Anderlecht / Vorwärts Berlim
6
1967-68
Eusébio Benfica
6
1968-69
Denis Law Manchester United
9
1969-70
Mick Jones /  Ove Kindvall Leeds United / Feyenoord
8
1970-71
Antonis Antoniadis Panathinaikos
10
1971-72
Johan Cruijff /  Antal Dunai /  Lou Macari / Silvester Takač Ajax / Újpest / Celtic / Standard Liège
5
1972-73
Gerd Müller Bayern Munique
12
1973-74
Gerd Müller Bayern Munique
8
1974-75
Gerd Müller /  Edoward Markarov Bayern Munique / Ararat Erevan
5
1975-76
Jupp Heynckes Borussia Mönchengladbach
6
1976-77
Franco Cucinotta /  Gerd Müller Zurique / Bayern Munique
5
1977-78
Allan Simonsen Borussia Mönchengladbach
5
1978-79
Claudio Sulser Grasshopper
11
1979-80
Søren Lerby Ajax
10
1980-81
Karl-Heinz Rummenigge /  Terry McDermott /  Graeme Souness Bayern Munique / Liverpool / Liverpool
6
1981-82
Dieter Hoeneß Bayern Munique
7
1982-83
Paolo Rossi Juventus
6
1983-84
Viktor Sokol Dínamo Minsk
6
1984-85
Michel Platini /  Torbjörn Nilsson Juventus / IFK Göteborg
7
1985-86
Torbjörn Nilsson IFK Göteborg
6
1986-87
Borislav Cvetković Estrela Vermelha
7
1987-88
Rui Águas/ Jean-Marc Ferreri/ Ally McCoist / Míchel /  Gheorghe Hagi /  Rabah Madjer Benfica / Bordeaux / Glasgow Rangers / Real Madrid / Steaua Bucareste / Porto
4
1988-89
Marco van Basten AC Milan
10
1989-90
Jean-Pierre Papin /  Romário Olympique Marselha / PSV Eindhoven
6
1990-91
Jean-Pierre Papin /  Peter Pacult Olympique Marselha / Tirol Innsbruck
6
1991-92
Jean-Pierre Papin /    Serhiy Yuran Olympique Marselha / Benfica
7
1992-93
Romário PSV Eindhoven
7
1993-94
Ronald Koeman /  Wynton Rufer Barcelona / Werder Bremen
8
1994-95
George Weah Paris Saint-Germain
8
1995-96
Jari Litmanen Ajax
9
1996-97
Ally McCoist Glasgow Rangers
6
1997-98
Alessandro del Piero Juventus
10
1998-99
Andriy Shevchenko /  Dwight Yorke Dínamo Kiev / Manchester United
8
1999-00
Rivaldo /  Jardel /  Raúl /  Serhiy Rebrov Barcelona / Porto / Real Madrid / Dínamo Kiev
10
2000-01
Jardel /  Raúl Galatasaray / Real Madrid
7
2001-02
Ruud van Nistelrooy Manchester United
10
2002-03
Ruud van Nistelrooy Manchester United
12
2003-04
Fernando Morientes Monaco
9
2004-05
Ruud van Nistelrooy Manchester United
8
2005-06
Andriy Shevchenko AC Milan
9
2006-07
Kaká AC Milan
10
2007-08
Cristiano Ronaldo Manchester United
8
2008-09
Lionel Messi Barcelona
9
2009-10
Lionel Messi Barcelona
8
2010-11
Lionel Messi Barcelona
12
2011-12
Lionel Messi Barcelona
14
2012-13
Cristiano Ronaldo Real Madrid
12
2013-14
Cristiano Ronaldo Real Madrid
17
2014-15
Cristiano Ronaldo /  Lionel Messi /  Neymar Real Madrid / Barcelona / Barcelona
10
2015-16
Cristiano Ronaldo Real Madrid
Liga dos Campeões da UEFA
Liga dos Campeões da UEFA.png
Dados Gerais
Organização: UEFA
Edições: 59
Local de Disputa: Europa
Número de Equipes: 32
Sistema: Grupos e Eliminatórias
Dados Históricos
Primeiro Vencedor: Real Madrid Bandeira da Espanha.png (1955-56)
Último Vencedor: Barcelona Bandeira da Espanha.png (2014-15)
Ascensão e Descenso
Promove: Copa do Mundo de Clubes da FIFA
Supercopa da UEFA
Rebaixa: Liga Europa da UEFA
Estatísticas
Total de Jogos: desconhecido
Total de Gols: desconhecido
Artilheiro: Raul Gonzáles Bandeira da Espanha.png
(71 gols)
Divisões
Divisões: Única

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